sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

  Vejo pela janela o sol se pondo, vejo através dos olhos dos pássaros um medo irracional, vejo em mim esperanças.
    Depois de tantos dias olhando pela janela, percebo como sinto saudades das velhas paisagens, vejo como as paisagens mudarão, vejo outras coras, vejo outros animais, sinto outro ar, sinto outras sensações das quais ainda não estou acostumado.
   Pelo caminho que vi, pelas bifurcações das quais temi escolher errado, não arrependo me . arrependo me por mim, por essa alma pobre que ainda não descobriu a si mesma e, depois de tantos anos, depois de tantas paisagens ainda pergunta se quando olha em seus próprios olhos: Quem é você?
   Jamais podia imaginar tantas coisas, ainda quero escrever um livro, ainda quero plantar uma árvore e, ainda quero sair viajando por ai conhecendo as cidades, os lugares, por mais difícil que seja ainda consigo, e por um mundo melhor espero ter mais impacto que um meteoro.
   Não importa para onde eu vá, não importa com quem eu esteja, se vou com meus pés ou não, se abraço com meu corpo ou não, sei o que precisa saber e o resto é simplesmente uma história trágica do amor e da morte.

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